sábado, 7 de julho de 2012


Intenções do Santo Padre, Bento XVI  para o  mês de Julho
de 2012
INTENÇÃO GERAL:

Trabalho para todos
Para que todos tenham trabalho e o possam realizar em condições de estabilidade 
e segurança.

INTENÇÃO MISSIONÁRIA:

Por um voluntariado que seja 
testemunho
Para que todos os voluntários cristãos, presentes nos territórios de missão, saibam dar 
testemunho da caridade de Cristo. 

Todos os meses o Papa confia suas
intenções ao apostolado da oração.
Esta iniciativa é seguida por milhões 
de fiéis em todo mundo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Uma grande lição


Frágeis, pertinazes e prudentes, dão as formigas aos homens uma grande lição de sabedoria, vivendo em uma sociedade onde reina a harmonia e a paz.

Quando conseguimos nos afastar por alguns momentos do corre-corre rotineiro e deixamos a selva de concreto de nossas cidades para nos aproximarmos mais da natureza, sua beleza e ordenação nos convidam a nos deleitarmos com um mundo de paz e serenidade e a aprendermos muitas lições...
Falta-nos tempo para admirar o Sol que se levanta para nos trazer o dia, espalhando sobre o céu cores belas e variadas. Sem nunca deixar de fazer seu percurso com constância e pontualidade,formigas_.jpgbrilha ele até o momento de retirar-se, para ceder lugar à rainha da noite, a Lua. E quando a abóboda celeste já está coberta com o noturno manto escuro, cintilam as preciosas estrelas, jamais se chocando umas com as outras, mantendo sempre impecável disciplina.
A mesma ordenação vemos refletida no reino animal: desde os maiores, passando pelos mais espertos, até os mais inofensivos, cada um manifesta um modo de vida regrado e uniforme, seguindo com retidão os impulsos de seus instintos naturais.
Pois é para admirar um humilde inseto que convidamos nosso leitor a deixar suas preocupações por uns instantes. Observemos as formigas, "animais pequenos na terra que, entretanto, são sábios, muito sábios" (Pr 30, 24).
Apesar de não apresentar uma formosa figura, elas provocam encantamento pela perfeição de sua vida em sociedade. Não é raro uma criança, ao brincar no jardim de sua casa, encontrar um formigueiro e pisá-lo, ficando espantada por ver a 
quantidade de insetos que correm desesperados pela "tragédia" sucedida... Quantos caminhos e galerias são descobertos debaixo da terra! Como um lugar tão diminuto serve de alojamento para tantas formiguinhas? E mais assombroso ainda é ver tudo tão bem organizado e dividido, havendo, até mesmo, repartições com câmaras e salões.
Ali vivem as formigas em completa harmonia, ajudando?se mutuamente. Muito raro é encontrar alguma sozinha, sempre marcham em conjunto na busca do alimento, formando verdadeiros cortejos. E é tal a união entre elas, que uma, ao passar do lado da outra, nunca segue seu caminho sem parar para "cumprimentar" sua companheira.
Chama também a atenção a pertinácia com que estes miúdos insetos desempenham seus trabalhos: independente do tamanho e do peso dos alimentos - muitas vezes superiores à sua estatura -, nunca desanimam ou desistem, seguindo sempre adiante, com ímpeto e rapidez.
Se pensamos nas desordens e extravios existentes no mundo dos homens, desconhecidos no universo das formigas, é possível que sintamos tristeza. E com razão, pois estando o homem dotado de inteligência e vontade, possuindo um forte instinto de sociabilidade que lhe dá o anseio - até mesmo a necessidade - de conviver com os outros, e contando ainda com o auxílio da graça, por que vemos tanto egoísmo e violência na sociedade?
Ah... se o homem se lembrasse mais do Criador de todas estas maravilhas, seus instintos ficariam mais ordenados! Se amasse ele a Deus sobre todas as coisas e ao próximo segundo o amor que Ele tem por cada um (cf. Jo 13, 34), como seria diferente o mundo no qual vivemos!
A isso nos convida a imagem da tenaz formiguinha carregando o seu pesado fardo. Pois não é verdade que ela faz lembrar Nosso Salvador subindo ao alto do Calvário carregado com o peso dos nossos pecados, sem demonstrar uma fímbria de cansaço ou desânimo?
Não é sem razão que a Escritura aconselha a dirigirmos nossa atenção a este humilde inseto: "Vai, ó preguiçoso, ter com a formiga, observa seu proceder e torna-te sábio: ela não tem chefe, nem inspetor, nem mestre; prepara no verão sua provisão, apanha no tempo da ceifa sua comida" (Pr 6, 6-8).
Contudo, não devemos restringir este conselho tão só às nossas labutas físicas e terrenas, mas, sobretudo, às espirituais, que tangem ao serviço da Santa Igreja, para a implantação do Reino de Cristo em todo o orbe da Terra.
Apoiando-nos somente em nossas próprias forças, porém, jamais alcançaremos a meta. Para atingi-la, devemos recorrer às armas da oração com a mesma pertinácia das formigas, pois é por meio das graças através dela obtidas que nos advirá a fortaleza necessária para abandonarmos o caminho do egoísmo e abraçarmos o da virtude. Só assim se estabelecerá de novo a paz, a benquerença e a harmonia entre os homens.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ato de rejeição


Não temos que aceitar tudo que recebemos, mas nem tudo deve ser deixado de lado, no ostracismo e na rejeição total. Há muitos valores que acrescentam e são fundamentais na nossa existência e realização como pessoas humanas. A Palavra de Deus, por exemplo, é fonte de critérios para uma vida sadia e equilibrada.

Jesus disse que, “um profeta nem sempre é bem recebido em sua própria terra natal” (Lc 4, 24). Os seus conterrâneos desqualificavam suas palavras por ser “filho de carpinteiro”, portanto considerado, naquele tempo, como pessoa de pouco prestígio. Assim não davam credito aos ensinamentos que saíam de sua boca.

Aos sábados Jesus ia à sinagoga dos judeus para anunciar uma palavra de fé e vida. Isto causava admiração em algumas pessoas e atitudes de recusa em outras. O mais impressionante é que a recusa era feita pelos líderes religiosos, por aqueles que deveriam proclamar a Mensagem do Mestre como fonte e motivação para a fé.

Jesus anunciava com muita autoridade, mas isto não dependia de sua profissão, de ser carpinteiro. Era ensino com uma sabedoria dada pelo poder divino.
 Não poderia haver preconceito, mas reconhecimento do valor da Palavra. O preconceito causa fechamento do coração humano e impede a pessoa de ver a Deus através das obras realizadas em Jesus Cristo.

Todo aquele que sente o sopro de Deus em sua vida faz o bem e age com muito mais responsabilidade. Do contrário, seu coração fica endurecido, insensível e suas atitudes às vezes são nefastas, egoístas e voltadas para o seu bem próprio. Isto pode ser identificado, com muita facilidade, nas lideranças mal preparadas, desonestas e aproveitadoras do poder que têm.

Somos exortados a viver conforme nos ensinam os Evangelhos de Jesus Cristo. Uma das características é a humildade, a superação do orgulho próprio, o entender que, na fraqueza humana está a grandeza do agir de Deus na vida das comunidades. Ele nos fala através de pessoas simples e modestas, com palavras que questionam nosso modo de ser e agir.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

domingo, 1 de julho de 2012

Papa: "Não coloquem Deus de férias"

Depois de rezar a oração dominical do Angelus, o Papa se disse feliz em receber os peregrinos em Castel Gandolfo, aonde chegou esta semana para passar parte da temporada de verão. Em primeiro lugar, Bento XVI saudou a comunidade local e desejou a todas as famílias que desfrutem estes momentos de descanso para se ‘carregarem’ física e espiritualmente.

Em italiano, saudou as irmãs de Santa Isabel, provenientes de vários países do mundo, que estão vivendo um especial encontro, dez anos depois da Profissão Perpétua.

Em francês, o Pontífice deu as boas-vindas às religiosas Adoradoras do Santíssimo Sacramento de Senegal e Congo, e os jovens da Capelania do Golfo de St. Tropez. “Nesta temporada de verão, não coloquem Deus de férias! Pensem em rezar e em ir à missa aos domingos!”.
Já em polonês, o Papa cumprimentou os jovens bolsistas da Fundação Obra do Novo Milênio, reunidos em Lublin. Na cidade polonesa, fiéis de várias religiões se reunirão no ex-Campo de Concentração de Majdanek na noite deste domingo, 08, para elevar orações pela paz.

A Obra foi fundada há 12 anos pela Conferência Episcopal Polonesa em comemoração do pontificado do Beato João Paulo II, para divulgar seus ensinamentos e ajudar jovens sem possibilidades econômicas a prosseguir os estudos.

No culto desta noite, trechos do discurso proferido por João Paulo II em sua visita ao ex-Campo de Majdanek, em 9 de junho de 1987, serão lidos por cinco representantes religiosos: um católico latino, um ortodoxo, um protestante, um greco-católico e um judeu
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